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Jogos de Empatia


Neste jogo você controla um grupo de sobreviventes de guerra. Para continuar vivendo, é necessário tomar decisões difíceis sobre quem vai dormir ou comer, quem será medicado ou não e se a criança que apareceu na porta será ou não ajudada.

Os recursos são escassos e há diversas maneiras de os conseguir: por meio de trocas com outras sobreviventes ou por meio de furto; buscando em locais perigosos ou construindo apetrechos engenhosos para coletar água ou capturar pequenos animais.

Seus personagens sentem medo, tristeza, solidão e cada ação gera consequências à longo prazo. Trata-se de um game de clique que provoca emoções fortes naquele que joga: um grande jogo de tomada de perspectiva.


Papo é um jogo metafórico. Jogando como um pequeno garotinho morador de uma favela, o player deve aprender a controlar um grande monstro: Papo. Quando Papo esta feliz, brinca e auxilia o pequeno menino.

No entanto, Papo tem um vício: sapos venenosos. Quando os ingere, fica violento e perde todo seu controle. Parece familiar? Papo nada mais é que uma representação do pai do personagem principal, um homem alcoolista que se transforma em um “monstro” após ingerir bebidas com teor alcoólico.

O jogo é um puzzle (sendo necessário desvendar quebra-cabeças para se passar de uma fase à outra) que retrata de maneira muito bela a imaginação de uma criança que transforma sua realidade difícil em algo lúdico.


Kisima Ingitchuna é um game de divulgação da cultura do povo Iñupiaq, indígenas que habitam o Alasca desde a pré-história.

A cada fase que passa, o player pode assistir vídeos explicativos sobre o povo, ler textos informativos e ver imagens.

Enquanto o player deve fugir de obstáculos e resolver puzzles, o jogo é narrado no idioma dos Iñupiaq.

Dentro do game, o jogador é uma pequena garotinha que com a companhia de sua amiga raposa (que pode ser controlada por outro player) para salvar seu vilarejo.